Novo Ciclo

Chego à conclusão de que ter opiniões formadas sobre tudo (como já dizia o baiano Raul Seixas), é coisa de gente inexperiente ou de gente burra.

Ao longo dos meus 44 anos, percebo isso com alívio, liberando a pesada rigidez que eu carrego das minhas velhas convicções e crenças.

44 é um número ao qual eu me refiro muito, em muitas coisas da minha vida, sobretudo à abundância. Gosto de usar essa numerologia, do meu jeito, pra me expressar como uma Mestra Abundante.

Mas nem sempre me expresso assim quando, na minha estupidez, vejo o mundo de forma limitada. Para mim, ser burro ou estúpido não tem a ver com inteligência, capacidade intelectual ou algo relacionado à mente. Mas a inabilidade de se flexibilizar diante das experiências da vida e se manter firme e emperrado nas suas próprias crenças e concepções.

As experiências que eu tenho vivido com as pessoas, principalmente com as quais eu convivo diretamente, têm me servido para eu me flexibilizar. É praticamente impossível manter um controle da rotina ao longo do dia, por exemplo, quando convivemos com certo número de pessoas. Cada um com seu jeitinho. Assim como eu tenho o meu.

Quando temos uma ideia fixa sobre o que é certo, como as coisas ou as pessoas devem ser, hora ou outra, a gente precisa se flexibilizar. Do contrário, criamos uma realidade cheia de desafios, mais difícil do que poderia ser. E pra que sofrer nessa altura do campeonato? Por que não aproveitar a vida com mestria?

Os potenciais do 44 inspiram meu novo ciclo de vida como uma lembrança constante de quem Eu Sou.


(Aline Bitencourt)

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