Shaumbrando - 11


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"Na arrumação para mudança de apartamento, desarmei a prateleira onde colocava frutas para os passarinhos que vinham me visitar. A princípio, fiquei sentida, mas logo percebi que já era hora de me despedir para dar espaço a um novo relacionamento com eles."
"O temporal veio com tudo, lavando os velhos makyos...
Para os olhos da mente, nada é claro."
"Como pode o Eu Sei que Sei se perder no mergulho
se é nesse mergulho que está toda a sensualidade do viver?

O Eu Sou que Sou está dentro e fora
e dança através..."


"Honro-me por ser a Criação designada para viver esta como A Vida.

Honro-me por ser a Anfitriã que recebe tantos aspectos de volta a mim. E, quando sinto-os mais perto, há um misto de tantas emoções, que fica meio difícil sentir o meu Eu Soberano. Neste momento, respiro fundo. Respiro e me observo..."


"Silêncio. Uma palavra até grande para dizer. 
Estou mais concisa do que o próprio silêncio.
Vivo além das palavras e experiencio além do que, um dia, eram apenas conceitos."



"Partilha entre Mestres.
Mas também partilha entre aspectos humanos reprimidos.
Reprimindo a dor e a ansiedade, enquanto se expressa a mestria.
Mas o que é ser Mestre senão ser tudo ao mesmo tempo?"

"A questão do foco tem vindo a minha cabeça esses últimos dias.
Focar é um termo usado por pessoas que almejam sucesso em algum empreendimento.
O foco é, sobretudo, mental.
MAS SERÁ QUE "FOCAR" AINDA SERVE PARA NÓS QUE ESTAMOS "PERMITINDO"?"

"Com os acontecimentos dos últimos anos no mundo, não é difícil perceber que a intolerância está no ar em muitas frequências e padrões. "

"Quem 'acredita' que manda no mundo, faz 'barulho'. Mas sou eu que escolho o que quero ouvir e se quero ouvir. O 'rugido do poder' é a mais pura ilusão. Porque a plenitude da VIDA  acontece no silêncio do anonimato que está bem aqui: no meu e no seu EXISTIR. Eis o que mais incomoda o poder."
Ao interagirmos nas mídias sociais, comumente nos deparamos em torno de algum tema polêmico. Outro dia, em um desses grupos, no calor desses embates, um dos envolvidos se expressou com uma poesia, causando em um receptor, habituado à literalidade, manifestações de estranheza e incompreensão da mensagem. Imagino como deve ser difícil viver nesses tempos e não conseguir compreender uma comunicação criativa, através de uma pintura, poesia, música ou qualquer forma de expressão que fuja de uma concepção linear de mundo. Vejo isso como um tipo de insensibilidade ou, em certo nível, uma dificuldade de ouvir o que o outro tem a dizer."
Existe uma alegria em ser um humano. Alegria como um sentimento sem expectativas, que vai além do "saber tudo" ou de precisar que  tudo se encaixe.


Páscoa é o momento de dar passagem às dúvidas, de relaxar um pouco, de não se esforçar tanto... De sair do modo "pensar, pensar e pensar e pouco ou nada realizar".

Expandir a consciência não é um meio-termo. Não é uma espécie de teoria da relatividade. Não dá pra dialogar com quem não está aberto a entender, justamente porque não tem a própria permissão para ouvir.






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