Facilitador da Morte: Experiências e Depoimentos


UMA EXPERIÊNCIA PRECIOSA


Uma amiga me ligou dizendo que João*, o pai do seu filho, havia sofrido um acidente vascular cerebral e estava em coma. Ela se lembrou de mim ao saber que seu ex-marido passava por uma experiência que seria um processo de morte.

Mesmo estando longe, a quilômetros de distância, senti que seria possível me disponibilizar como Facilitadora da Morte. Geralmente, estar distante fisicamente não é uma barreira quando alguém escolhe contratar o serviço de um Facilitador da Morte. Através desta facilitação, a pessoa que está passando pelo processo de morte, mesmo não estando consciente ou ciente, sente que não está sozinha durante suas experiências de morte e pós-morte.

Comecei a me preparar, seguindo as orientações que Adamus transmite na Escola DreamWalker de Morte. Fiquei comigo mesma, reservando momentos de respiração consciente e comecei a me conectar energeticamente com João, que se encontrava numa dimensão “meia-zona” ou de coma.

Quando alguém está em coma, não está na realidade física e nem “no outro lado”. Fica numa espécie de zona intermediária, ou seja, ainda não se fez a escolha de ficar na Terra ou de partir. É muito importante não interferir neste processo, não impondo desejos pessoais e sempre respeitando as crenças e as escolhas de quem está passando por esta experiência. Agendas, controles, chantagens emocionais não são bem-vindos aqui.

Aproximadamente uma semana depois, de forma tranquila, ocorreu a partida física de João. Assim, a parte da facilitação mais intensa iria começar. Todos os dias, eu reservava uma hora para respiração consciente a fim de manter a minha conexão com ele e podia sentir e perceber intuitivamente suas crenças e experiências de transição às esferas não-físicas.

Quando uma pessoa morre, ela leva consigo suas crenças, sentimentos, personalidade. Depois que concluí a facilitação e relatei todo o processo de morte para alguns membros da família de João, eu tive a confirmação de que ele agia aqui na Terra de forma semelhante a que eu o percebi nas outras esferas.

Uma semana depois do funeral de João, senti que ele estava ficando um pouco “entediado”. A minha presença, segura e imparcial, fez com que ele percebesse que poderia ficar onde estava e criar o que quisesse ou ir além. Ele ficou um pouco indeciso a princípio. Ele pensou na sua família e ponderou se poderia liberá-la. Recordou-se de um membro querido da sua família que estava com problemas de saúde, dos seus filhos e de seu netinho pequeno que não teve tempo de curtir. Foi uma decisão difícil para ele. Mas, ao sentir que parte da sua família tinha escolhido honrar as escolhas dele quando escolheu o serviço de DreamWalker, ele optou por continuar a caminhada. Assim, fomos até a Ponte de Flores. No meio da Ponte, nos despedimos com um forte "abraço energético". Naquele momento, não era mais João, mas sim um Ser transformado. Então, ele se reuniu a sua família angélica. 

Ainda continuei um pouco mais na Ponte, curtindo toda a beleza além das visualizações da minha mente. Ali só havia sentimentos. Aos poucos, fui voltando graciosamente. Voltei à minha realidade. Que experiência preciosa!

Pouco tempo depois, compartilhei toda a Facilitação da Morte com alguns membros da família de João que me contrataram. Antes de saberem sobre as experiências de chegar até a Ponte de Flores, eles já estavam se sentindo mais tranquilos. Eles recuperaram as energias e não estavam mais abatidos. Até parte da família que não estava ciente da Facilitação da Morte estava mais tranquila.

Com gratidão e honra,

Aline Bitencourt

* Minha amiga me autorizou a partilhar parte das experiências de morte e pós-morte do seu ex-marido. Mas preferi chamá-lo de João, que é um nome fictício. 





MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA
COMO DREAMWALKER


No meu primeiro Dreamwalk, que fiz em grupo durante a Escola Dreamwalker de Morte, senti medo a princípio. Mas logo percebi que eu não precisava temer e me concentrei na minha respiração. Respirar com consciência faz toda diferença, principalmente nos momentos desafiantes. Fui sentindo as energias ao meu redor e em meu corpo também. E me permiti ir além da mente, sem visualizar nada. Apenas me observei, continuando a sentir o que acontecia ao meu redor e dentro de mim.

Então, reconheci quem estava ali esperando para caminhar comigo na jornada Dreamwalker: minha avó materna. Eu e ela andamos juntas, ao longo das esferas, passando pelas dimensões sem pressa. Senti alegria e muita honra em poder estar novamente com ela, por estar ali como Mestre. E curtimos cada passo, lado a lado, sentindo a mudança energética através das esferas. Na Esfera Cristalina ficamos um bom tempo encantadas. Que sensação maravilhosa! Que alegria!!! A partir daí, ela se transformou, não mais andando como uma velhinha. Agora, ela estava serena, iluminada.

Quando passamos para a Ponte de Flores, andamos ao encontro dos seres angélicos. Ao ficarmos frente a frente dos anjos, ela se reuniu a eles. Eu já me via sozinha do outro lado da Ponte, mas ainda curtindo todo aquele momento, toda aquela sensação indescritível de amor.

Pude perceber os presentes maravilhosos que eu estava recebendo por estar ali, naquela Escola DreamWalker, vivendo experiências tão preciosas. E também pude sentir os potenciais que eu ainda poderia viver.

Mesmo em outros momentos, depois desta experiência DreamWalker, poderei me conectar com a energia criativa das esferas cristalinas, sempre que eu escolher. É só confiar em mim mesma, sentindo que eu sou Mestre da minha própria vida.


(Aline Bitencourt)




O DESABROCHAR COM O
DREAMWALKER TRANSIÇÃO DE MORTE


O primeiro dia do curso de DreamWalker Transição de Morte foi um pouco apavorante após Adamus Saint-Germain dizer que estamos o tempo todo conectados com os mortos. Apesar de eu sempre tê-los sentido, soou estranho para mim. Senti a presença da minha avó materna o dia inteiro. Teve um momento que Saint Germain nos levou até a Ponte das Flores. Reconheci o lugar, de onde eu sentia muita saudade e não lembrava. A emoção bateu forte e lágrimas rolaram. À noite, antes de dormir, senti um pouco de medo.

No segundo dia, apareceu outra pessoa que permaneceu também no terceiro dia. Entretanto, no último instante, já quase iniciando o caminho para a Ponte das Flores, outra pessoa apareceu. Era meu pai desta vida, falecido há 27 anos. Ele estava tranquilo e elegante em um terno de linho branco. Passeou pelos lugares onde vivemos juntos em minha infância. Um sítio, em que eu sentia constantemente a energia dos anjos e via raios de luz pairando sobre a minha mãe quando ela fazia suas orações.

Senti novamente essa mágica energia na casa branquinha de cal, fogão a lenha, o perfume das flores e das árvores frutíferas... De repente, me dei conta de que havia me desviado do caminho e deveria voltar junto às demais pessoas do grupo. Meu pai sumiu algumas vezes, mas continuei centrada em mim e ele voltou. No final da esfera da Terra, ele tocou uma música suave em uma pequena corneta. Atravessamos a Esfera Cristalina. Consegui ver poucas coisas, apenas um túnel de luz branca opaca por onde atravessávamos, já que esta não é uma esfera possível de visualizações.

Chegamos à Ponte das Flores, onde nos despedimos e retornei para cá. Eu me sentia um pouco estranha. À noite, antes de adormecer, senti cada célula do meu corpo desabrochando como pétalas de rosa branca se descolando uma das outras. Era quase como se ouvisse o som delas. Minha consciência estava se expandindo, se expandindo... Nunca havia sentido isso nessa intensidade e beleza.

No terceiro dia, quando Saint-Germain diz que poderíamos levar mais uma pessoa às esferas não-físicas, aceitei e acompanhei quem estava presente comigo desde o segundo dia. Fiquei um pouco apreensiva, mas ele queria tanto, que foi muito fácil. Parou apenas no limite entre a esfera da Terra e a esfera cristalina, se despediu de suas duas esposas que havia tido aqui. Desta vez, as esferas cristalinas se apresentaram de forma esplendorosa, uma explosão de luz azulada e muitos essênios fazendo o caminho juntos. Deixei-o na metade da Ponte das Flores e retornei com uma agradável sensação de paz.

A expansão continua... E o que já vínhamos exercitando há algum tempo, que é entrar no espaço seguro e simplesmente deixar a nossa sabedoria interna agir, continua mais intenso e acrescido da experiência do DreamWalker Transição de Morte, apresentado pela professora Aline Bitencourt com eficiência, delicadeza e amorosidade.

Sou grata ao Mestre Carlos Moraes pela iniciativa em trazer esse maravilhoso trabalho, por sua dedicação e amorosidade de sempre e por nossas sagradas e eficientes reuniões desde o início deste ano em que nos preparamos para este momento.

À linda e alegre Mestra Aline pela delicadeza e suave companhia, onde a palavra já é excessiva.

Agradeço igualmente aos Mestres Aluisio, Livia, Kaká por nossos fecundos e amorosos encontros.

Recordo-me agora de que cheguei a este curso sem saber de que se tratava. Carlos e Aline trocavam emails sobre o curso em que eles pensavam na logística. E senti vontade de oferecer a minha casa e assim fiz. Só depois que fui me inteirar do que se tratava. Simplesmente seguimos o fluxo dos acontecimentos / energia. E assim foi....

Sigo ouvindo o descolar de novas pétalas.....


Maria Aparecida




A CLAREZA E LEVEZA DA MORTE


Imensa gratidão à mestra Aline por sua vinda a São Paulo, ministrar com o mais profundo amor esta VIVÊNCIA a todos nós.

Foi, com certeza, o que de mais pleno me aconteceu... O maior presente que ESCOLHI, não só para esta vida, mas para todo o ciclo de muitas encarnações.

Esta experiência ELUCIDOU toda uma jornada... Trouxe à consciência o que eu SENTIA, mas não compreendia...

Jamais imaginei, após a leitura dos textos da Nova Energia, que ainda houvesse tanto a ser desvelado e, principalmente, a ser VIVIDO...

Num ambiente SEGURO, somos levados à EXPANSÃO TOTAL e interiorizamos conscientemente TUDO O QUE SOMOS...

Algo mágico acontece... Semanas antes do curso, já estamos sentindo as energias e liberando... Sem nem mesmo perceber...

Foi o que de mais facilitador poderia surgir...

“Ir além da mente”;

“Ficar em si“ (percebendo o que é meu e o que é do outro);

“Liberar a agenda” e

“Permitir”

... Simplesmente aconteceu... Fluiu...

Compreendemos o processo da morte e isso é confortante... Mas, acima de tudo, descobrimos o quanto podemos melhorar nossas vidas e escolher o que há de mais fácil, harmônico, alegre e prazeroso...

Agora, somos capacitados para sermos guias... Mas isso só foi possível ao reassumirmos a própria mestria, conscientes da soberania nata, tendo percorrido o caminho antes da passagem.

Ficou claro que, apesar da vontade de ajudar a quem está terminando sua jornada, a vivência é, acima de tudo, uma chave mestra para o ACLARAMENTO ESPIRITUAL.

Foi como se eu tivesse vivido me preparando para este momento... Como se o véu finalmente deixasse de existir e eu pudesse SENTIR o que É A VERDADEIRA UNICIDADE...

Tudo é a mais pura perfeição. Compartilhando com o grupo, percebi que, apesar das mais diversas histórias, situações, idades e objetivos, a ESSÊNCIA é a mesma...

Quando o chamado acontece, mesmo a mente dizendo que não se está pronto, o SENTIR se revela... E as respostas surgem, trazendo um cenário completamente novo, rico em alegria e simplicidade.

Percebemos como TUDO REALMENTE ESTÁ CERTO... E COMO SEMPRE ESTEVE...

Retornamos à vida com uma dimensão maior das coisas... Tudo parece fazer mais sentido... O “Apropriado” se incorpora... Literalmente, voltamos para o barco e o deixamos fluir pelo rio... Soltando os remos... Libertos de medos e anseios... Mais serenos e confiantes... Porque SABEMOS QUEM SOMOS.

Impossível deixar de agradecer cada participante pela valiosa contribuição energética e o partilhar das experiências. Não foi o acaso que nos reuniu, mas a sintonia... Estivemos colaborando uns com os outros na liberação de padrões que dificultavam nossa EXPANSÃO. O trabalho foi individual, mas de certa forma, fruto do conjunto. Olhar para nós mesmos era também ver a beleza do TODO, na multiplicidade de seus ASPECTOS...

E como foi gostoso ver nossas energias mais densas ir embora! As angústias e receios desaparecerem... E a leveza surgir... Ver as expressões de alegria, de relaxamento tomar conta do ambiente... Mostrar o alívio, depois da intensa liberação.

Chegamos com 200 kg nas costas... E voltamos com apenas 20 kg.

Simplesmente alçamos voo... Sem “pensar” no que virá... Mas apenas “sentindo” o que se É... Vislumbrando infinitos potenciais à nossa frente...

Somos ANJOS DE LUZ numa experiência terrestre... Nos re-descobrindo e atuando como HUMANOS-DIVINOS...

A você...

Alma de

Luz

Imensa...

Nirvana

Expandido...

... Todo meu coração e alma em agradecimento por sua escolha de ministrar a Escola de DreamWalker... Por sua doação sem limites, guiando-nos com tanta segurança e amor... Ajudando-nos a “abrir as portas“ e a enxergar além...

Regina Lins


*As imagens contidas aqui são edições de telas de LH, registros de eventos ou do nosso cotidiano, exceto as relacionadas ao Crimson Circle.