Adoula: Uma Profunda Conexão de Amor

Adoula: Uma Profunda Conexão de Amor


Muitas mulheres, seguindo o curso padrão da vida, desejam encontrar um parceiro para se casar e "formar uma família". E família, para a maioria das pessoas, significa, basicamente, ser um casal com filho(s). Mas, apesar de ser uma experiência que muitos desejam, engravidar e conceber um bebê tem se tornado cada vez mais complicado. Durante o processo de nascimento, problemas emocionais e biológicos podem ocorrer, tornando, muitas vezes, este período tenso. E isso não necessariamente deve ser parte da experiência de gravidez.

Atualmente, o dia a dia está cada vez mais corrido. E, neste contexto, pouco tempo é reservado para realmente curtir a gravidez. Muitas vezes, o pai não participa ativamente do processo de nascimento. Talvez ele esteja passando por um momento delicado, assim como a futura mamãe. Muito é dito sobre depressões maternas ocorridas, principalmente, no pós-parto. Mas também há a depressão paterna. A depressão no pai geralmente se apresenta de maneira diferente do quadro depressivo apresentado pela mãe. Mas ambos estão passando por uma experiência nova, mesmo que não seja a primeira vez em que os pais estejam grávidos. Cada momento é diferente, assim como cada gravidez. E quando ocorre algum desconforto ou complicação durante um processo de nascimento anterior, isso pode deixar lembranças desagradáveis, medos, traumas e, até mesmo, problemas biológicos.

A experiência de gerar um filho, passar por todo o processo do seu nascimento e depois acompanhá-lo ao longo da vida é de grande responsabilidade. A escolha consciente de ser mãe e de ser pai vai além do planejamento da gravidez, do acompanhamento médico, da preparação do enxoval, do quarto, do tipo de parto e do ambiente em que o bebê nascerá. Quando um casal escolhe conscientemente ter um filho, se torna pais não apenas porque tentam seguir as etapas da vida que lhe foram ensinadas. Ter um filho é muito mais profundo do que as escolhas baseadas nas convenções criadas pela consciência de massa ou senso comum. Os pais escolhem ter um filho não porque os seus pais querem netos. Não foi porque acham que chegou uma fase do casamento em que é necessário ter um filho para formar ou legitimar a união. Não é porque eles querem se tornar mais responsáveis, serem pessoas melhores ou ter alguma "vantagem emocional" através do filho. Ter um filho não precisa ser o resultado de um "descuido"dos métodos contraceptivos. Com a escolha consciente de serem pais, eles desenvolvem uma conexão profunda com o ser que está escolhendo também vir ao mundo. Isso não é apenas algo romântico, ideal, religioso ou espiritual. É uma visão mais consciente de como pode acontecer e se desenvolver o processo do nascimento.

Muitas mães ou muitos casais planejam e se preparam para ter filhos. Eles têm a segurança de uma assistência médica, cuidados corporais e psicológicos. A ciência atual, através da tecnologia avançada, possibilita até ver a carinha do bebê antes mesmo dele nascer. Mas tudo isto não faz com que os pais conheçam verdadeiramente o seu filho. As terapias alternativas trabalham energeticamente com os pais e o filho, com cuidados em relação à personalidade do bebê para favorecer seu relacionamento com os pais. Cresce mais e mais o número de mães que optam por partos humanizados. Mas o nascimento, na verdade, não acontece apenas no momento da concepção. Muito menos, na hora do parto. A conexão entre pais e filhos não se limita a energias e personalidades. Esta conexão se inicia muito antes do nascimento e é muito mais profunda do que é conhecido e trabalhado hoje em dia. E para que a concepção, a fase de gestação, do parto, enfim, para que todo o processo do nascimento seja prazeroso, é necessário que uma conexão consciente seja feita. Sem esta ligação mais profunda entre pais e filho, problemas podem ser mais suscetíveis de ocorrer. Até mesmo a interrupção da gravidez ou aborto espontâneo é causado pela falta de conexão entre os pais e seu filho.


E como os pais podem fazer esta conexão 

com o seu futuro filho? 

Como é possível se preparar integralmente,

além dos cuidados médicos, psicológicos 

e terapias alternativas?


Através da facilitação de um Adoula, os pais são orientados e se preparam para vivenciar a concepção e/ou a gestação, o nascimento e a fase inicial do relacionamento pais-filho de forma tranquila e prazerosa. Primeiro de tudo, o Adoula ajuda os pais a vivenciarem a experiência de ter filhos como uma escolha verdadeiramente consciente. Mesmo que os pais sejam facilitados por um Adoula depois da fase de concepção (já estando grávidos), a escolha consciente deve estar presente em cada momento.

Estabelecida esta escolha consciente, os pais se preparam para desenvolver e manter uma conexão energética com o seu filho. Sob a orientação cuidadosa de um Adoula, os pais começam a compreender os seus sentimentos, assim como os sentimentos de seu filho. Isto acontece além de palavras e de quaisquer técnicas. E, com esta conexão consciente e profunda, muitos benefícios acontecem para os pais e seu filho. E, portanto, muitos problemas e complicações são evitados.

O Adoula está intimamente ligado com os pais e o futuro bebê, facilitando o processo de nascimento, para que esta experiência seja, em todo período, prazerosa. Assim, os pais vivenciam a gravidez como um momento para se cuidar, se mimar, se compreender, se sentir.

O nascimento faz parte do Ciclo da Vida, que é uma experiência preciosa para todo ser humano. Estar neste planeta Terra tendo várias experiências, adquirindo sabedoria e, depois, morrer (ou liberar o corpo físico) não é apenas um conceito biológico sobre "nascer, crescer e morrer". As experiências de nascimento e de morte conscientes geram potenciais para novas e mais expandidas energias à Terra, beneficiando toda a humanidade.


Sobre a Adoula Aline Bitencourt


Eu participei da Escola DreamWalker de Nascimento em 2009 e me tornei Facilitadora do Nascer ou Adoula. Eu não tenho filhos por opção minha e do meu parceiro Luiz Henrique (que também é Adoula). Mas adoramos crianças. Sempre tivemos facilidade em cuidar e nos relacionar com nossos sobrinhos e filhos de amigos.

Sou odontóloga e sempre gostei de atuar na área de Odontopediatria. É gratificante cuidar das crianças que, muitas vezes, chegam ao consultório chorando, e acabam adormecendo durante o tratamento odontológico. Elas e seus pais desenvolvem uma confiança em mim.

Com o tempo, também escolhi trabalhar com crianças de uma forma mais ampla do que apenas me limitando à Odontologia ou à área médica. Relacionar-se com uma criança é, acima de tudo, lidar com um ser com uma bagagem de consciência muito rica. Não é apenas um pequeno corpo biológico com personalidade e energias. A criança não é simploriamente um pequeno "adulto não-corrompido". Por isso, é necessário saber lidar com ela de uma forma muito consciente, amorosa, responsável e honrada para que ela se torne um adulto também consciente, amoroso, responsável e honrado.

Quem deseja ter um filho ou já está grávida e gostaria de vivenciar o processo de nascimento de uma  maneira nova e prazerosa, estou aberta a trabalhar e orientar como facilitadora Adoula.

O valor da minha facilitação Adoula dependente de quando começa o trabalho e de quais serviços serão contratados.

Para mais informações, entre em contato.


Como Adoula, faço parte da Sociedade Internacional de Adoulas:

*As imagens contidas aqui são edições de telas de LH, registros de eventos ou do nosso cotidiano, exceto as relacionadas ao Crimson Circle.