Um Ser Chamado Mãe

Uma mãe que também é filha: a querida Thais Marzagão
A maternidade é uma experiência humana ímpar. Existem também outras experiências maravilhosas. Mas quem conhece uma mãe de perto (e, claro, quem é mãe!) tem ideia do que estou falando.

Ser Mãe ultrapassa o fato de gerar outro indivíduo. É uma escolha de “autotransformação” em todos os sentidos. Eu, que já fui “filho”, compreendi que uma mãe, acima de tudo, é um ser humano. Por isso, não importa se “erram” ou “acertam”. O que vale sempre é o que é destilado na alma como sabedoria.

Minha mãe, por exemplo, teve que se abrir para muitas coisas novas para lidar com seus filhos. Afinal, cada um apresentava aspectos tão diferentes e um tão igual: o de ser filho. E esse aspecto “filho” é sempre muito exigente e não gosta de desculpar nenhum deslize do aspecto "mãe".

Acompanhar a vida de um filho é uma experiência desafiadora. Até porque o sentimento materno se apresenta de tantas formas, às vezes, indo até de encontro ao que se espera de uma “mãe”.

Não importa como seja a sua mãe. Honre-a, mesmo que você não concorde exatamente com as escolhas dela ou que não tenha com ela muita convivência ou afinidade. A mãe tem todo direito de experienciar a vida como quiser. Sobretudo, tem o direito de ser do “jeitinho" que é. Do mesmo modo, mãe, libere seu filho para ser mais do que um “filho da mãe” (risos), amando-o a ponto de deixá-lo viver a própria vida da forma como ele mesmo escolher.

Eu, independente do dia das mães, quero dizer que honro muito cada mãe por ter escolhido essa experiência. E aproveito para enviar a um “anjo” que foi a minha mãe, com quem vivenciei tanta coisa sagrada, muitas bênçãos onde quer que “ela” esteja.


(Luiz Henrique)

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