Eu Sou Facilitadora do Despertar


É interessante quando alguém me pergunta qual é a minha profissão. Antes eu dizia que era "Odontóloga", mesmo depois de não exercer mais esta profissão. E isso soava para mim meio vago ou falso. Até pouco tempo atrás, eu ainda respondia essa pergunta da mesma forma, como uma maneira de não causar certa “estranheza”. Mas ficou cada vez mais difícil responder que eu era Odontóloga. O que dizer, então?

É preciso ousar e ser verdadeiro primeiramente consigo mesmo. Assim, eu comecei a dizer: “Sou facilitadora da Nova Energia”. Respondia de forma meio tímida a princípio. Muitas pessoas não conhecem esses termos “Facilitação”, “Nova Energia”. Alguns acham que Nova Energia é movimento da “Nova Era”. E também acham que ser “facilitador” pode ser “palestrante de colaboradores de empresas”, por exemplo.

Um “Facilitador da Nova Energia” é mais do que apenas auxiliar as pessoas. Ele inspira as pessoas em seus processos transformacionais, que se iniciam a partir da própria escolha pessoal, consciente ou inconscientemente, pela expansão da sua consciência. A experiência de um trabalho de facilitação (através da participação de um curso ou vivência em grupo ou uma facilitação individual) realmente facilita esta transformação para que seja vivenciada de forma mais fácil, mais leve, mais consciente. Em vivências ou sessões, a facilitação se inicia basicamente com a criação de um “espaço seguro”, onde o facilitador ajuda a movimentar e a conduzir as energias. O compartilhar das experiências pessoais inspira na expressão da sabedoria, que conduz mais conscientemente o processo do despertar.

Portanto, além de Facilitadora da Nova Energia, eu posso também dizer que sou “Facilitadora do Despertar”. E, nesta experiência, eu também me transformo a cada facilitação que ofereço. Bem, ser uma facilitadora do despertar também não seria um nome “acessível”, pois muitos também não conhecem esses termos. Mas, conhecendo ou não, o trabalho de facilitação vai chamando atenção de mais e mais pessoas, por causa das mudanças que o mundo está atravessando. Mesmo não tendo consciência, as pessoas estão se sentindo vazias ou precisando de um “algo mais” em suas vidas. Por isso, este trabalho de facilitação pode ser a porta de entrada para vivenciar o processo de despertar de maneira mais fácil, menos sofrida.

(Aline Bitencourt)

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